Da Agência Lusa
“Se, neste segundo passo, disserem que as assinaturas foram colhidas, avançamos para um referendo, ponto final”, disse Maduro em declaração ao país pelo rádio, horas antes de o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) começar a analisar as assinaturas.
O CNE, considerado próximo do governo, vai agora verificar se os votos mínimos necessários (1% dos 195.721 eleitores) foram alcançados.
O processo pode demorar um mês ou mais, mas a oposição já prepara um segundo passo, que é a coleta de 4 milhões de assinaturas para que o referendo possa ser feito em novembro.
O referendo foi utilizado apenas uma vez na história da Venezuela, contra o antigo chefe de Estado Hugo Chávez, mas sem sucesso.
Desta vez, o referendo poderá se beneficiar do crescente descontentamento social, nostrado pelas manifestações registradas nos últimos dias na segunda maior cidade do país, Maracaibo.





